Bloco de Esquerda questiona Ministério da Cultura sobre o atraso nas obras de requalificação na Casa do Passal - Edição Jornal
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Bloco de Esquerda questiona Ministério da Cultura sobre o atraso nas obras de requalificação na Casa do Passal

Bloco de Esquerda questiona Ministério da Cultura sobre o atraso nas obras de requalificação na Casa do Passal

O deputado Luís Monteiro, do Bloco de Esquerda (BE), questionou esta sexta-feira, dia 21 de junho, na Assembleia da República, o Ministério da Cultura acerca da Requalificação e musealização da Casa do Passal, em Cabanas de Viriato, distrito de Viseu.

O deputado bloquista lembra declarações do Ministro da Cultura a 24 de março de 2017, em que Luís Filipe de Castro Mendes, afirmou que “a última fase de requalificação da parte interior e musealização da Casa do Passal representa um investimento global de 800 mil euros. Alvo da primeira intervenção em 2014, a Casa já está remodelada a nível das paredes exteriores e da cobertura, obra que custou cerca de 400 mil euros. A Casa deve abrir ao público até 2018”.

Segundo Luís Monteiro, depois de uma recente ao local, a Casa do Passal continua de porta fechada. O Bloco de Esquerda quer que o Ministério clarifique a situação e saber quando se vão iniciar as obras da última fase de requalificação, anunciadas em 2017, pela Direção Geral de Cultura do Centro, aquando do anúncio do projeto para a requalificação e musealização da Casa do Passal.

Foram estas as perguntas feitas pelo Bloco de Esquerda ao Ministério da Cultura:

  1. “O Governo tem conhecimento da situação exposta?”
  2. “Por que motivo não avançaram ainda as obras previstas no protocolo assinado pelo então Ministro da Cultura, Luís de Castro Mendes?”
  3. “Quando se prevê que se iniciem as obras de requalificação e musealização da Casa do Passal? E para quando se prevê a sua conclusão?”

A Casa do Passal, em Cabanas de Viriato, Viseu, foi onde nasceu Aristides de Sousa Mendes, em 1885. Aristides foi cônsul de Demerara na Guiana britânica e exerceu funções diplomáticas em Zanzibar, no Brasil, Estados Unidos, Espanha, Luxemburgo, Bélgica e França. Teve a carreira interrompida quando foi aposentado forçadamente pelo governo de Salazar, por ter ajudado milhares refugiados, durante a II Guerra Mundial.

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