COVID-19: CÂMARA DE VISEU JUSTIFICA ADIAMENTO DE EVENTOS E REFORÇO DE FISCALIZAÇÃO COMO "MEDIDAS PRÓ-ATIVAS DE PREVENÇÃO" - Edição Jornal
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COVID-19: CÂMARA DE VISEU JUSTIFICA ADIAMENTO DE EVENTOS E REFORÇO DE FISCALIZAÇÃO COMO “MEDIDAS PRÓ-ATIVAS DE PREVENÇÃO”

COVID-19: CÂMARA DE VISEU JUSTIFICA ADIAMENTO DE EVENTOS E REFORÇO DE FISCALIZAÇÃO COMO “MEDIDAS PRÓ-ATIVAS DE PREVENÇÃO”

A presidente da Câmara de Viseu, Conceição Azevedo, justificou hoje o reforço de fiscalização e adiamento de eventos na cidade como “medidas pró-ativas, de prevenção”, motivadas pelo crescimento “exponencial” de casos no concelho.

“O objetivo destas medidas não é alarmar as pessoas, mas, acima de tudo, sensibilizar, porque o município se viu confrontado com uma evolução muito rápida dos casos, um aumento exponencial, o que nos levou a ter medidas pró-ativas, de prevenção”, justificou a autarca em conferência de imprensa.

Da reunião da comissão municipal da proteção civil (CMPC) de quarta-feira, saiu um conjunto de medias implementadas pela autarquia, como o reforço das ações de fiscalização, acompanhamento e policiamento de “zonas e atividades consideradas especialmente críticas” e o “adiamento de todas as atividades e/ou eventos no âmbito do ‘Verão na Cidade-Jardim’ ou outras iniciativas, que não disponham de controlo de acessos”.

Conceição Azevedo justificou, referindo que “havia esplanadas e outros locais, nomeadamente no centro histórico, em que dava a sensação que as pessoas estariam um bocadinho à vontade ou acham que estamos num período em que podemos estar mais relaxados. Mas é um erro e o que estamos a verificar é exemplo disso”, disse.

Assim, e “a título de exemplo”, os concertos previstos para acontecerem hoje, Samuel Úria, sexta-feira, Tilhon, e sábado, Virgul, “foram adiados para novas datas, não pelos concertos em si, porque esses cumpririam com todas as regras, mas pelo antes e depois que provoca aglomerações de pessoas”.

A autarca pediu, “acima de tudo, que as pessoas estejam sensíveis à pandemia que ainda não acabou” e que “cumpram as regras exigidas” pela Direção-geral da Saúde (DGS) e, “mesmo em esplanadas, mantenham a máscara, desinfetem-se e mantenham o devido distanciamento”.

Conceição Azevedo explicou ainda que, “nas iniciativas privadas, a Câmara de Viseu não toma decisões, até porque elas estão autorizadas por lei a acontecer, uma vez que o município não está classificado como concelho de risco”, e disse “acreditar que cumprirão com todas as regras”.

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