'QUE JAZZ É ESTE' COM ALGUMAS ALTERAÇÕES DEVIDO À PANDEMIA - Edição Jornal
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‘QUE JAZZ É ESTE’ COM ALGUMAS ALTERAÇÕES DEVIDO À PANDEMIA

‘QUE JAZZ É ESTE’ COM ALGUMAS ALTERAÇÕES DEVIDO À PANDEMIA

O Que Jazz É Este? está de volta, de 21 a 25 de julho em Viseu, a cidade jardim.

Cinco dias, sete espaços para a apresentação de dezasseis concertos e ainda uma mão cheia de concertos ao domicílio, um workshop de jazz, conversas, oficinas e vinte horas de rádio num festival que pauta pela diversidade quer nas estéticas e linguagens musicais que integra quer nas diferentes possibilidades de práticas culturais e artísticas e nos espaços que ocupa.

O festival volta este ano ao formato de 5 dias consecutivos, mas ainda condicionado pelo contexto de pandemia, com Viseu em Risco Muito Elevado de contágio à covid-19.

Segundo a organização, a cargo da Girassol Azul, “foi desenvolvido um trabalho conjunto entre a organização do festival e o Município de Viseu, assim como com o departamento da Proteção Civil e PSP” para que sejam cumpridas todas as normas de segurança”, embora com algumas adaptações ao plano inicialmente previsto.

Uma das alterações passa pela mudança de local dos concertos agendados para o Parque Aquilino Ribeiro que passam agora para o jardim da Casa do Miradouro onde o acesso é restrito ao público do festival que tenha efetuado reserva previamente.

Também o concerto previsto com o colectivo Gira Sol Azul e convidado especial Tony Momrelle foi adiado para data a anunciar brevemente, sendo que o Carlos Peninha Quarteto passa a actuar nesse horário de quinta feira às 21h e o duo Elisa Rodrigues e Feodor Bívol estará às 19h do mesmo dia.

Os concertos, que sofrerão uma maior limitação de lugares, serão também transmitidos via streaming no site do festival de forma a poderem ter maior alcance de público.

O Jazz ao Domícilio tem como principal objectivo fazer a música ir ao encontro das pessoas e este ano leva o jazz aos jardins do Hospital Psiquiátrico de Viseu, ao Internato Vítor Fontes, Lar de S. Caetano e Centro de Deficientes Profundos de St. Estevão pelo grupo de alunos da Escola Profissional da Serra da Estrela e Combo Jazz Gira Sol Azul.

Para além de concertos, o festival continua a ser um espaço de criação de dinâmicas e oportunidades de formação e profissionalização na área da música. Exemplo disso é a realização do 13.º Workshop de Jazz de Viseu, este ano sob a orientação dos MAU (Miguel Ângelo, Mário Delgado e Mário Costa). Acontecem também duas oficinas de música (uma em forma de orquestra de guitarras eléctricas outra que explora a ideia de rádio pirata) dirigidas ao público em geral.

O Que Jazz É Este? apresenta ainda um ciclo de conversas de partilha e reflexão sobre algumas questões relacionadas com a gestão de carreira dos artistas.

Esta e outras notícias para ouvir em desenvolvimento na Estação Diária – 96.8 FM ou em www.968.fm.